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1588 comediantes
Bruno Salomone, comediante de França
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França

Bruno Salomone

Bruno Salomone, também conhecido como Bruno Salomon, foi um ator e comediante francês. Nascido em 13 de julho de 1970, em Villeneuve-Saint-Georges (Val-de-Marne), passou parte da infância em Marselha antes de se mudar para os subúrbios de Paris. Era filho único, com uma mãe costureira e um pai encanador com interesse em astrologia. Apesar de se sentir tímido durante seus anos escolares, Salomone desenvolveu autoconfiança ao imitar seus professores. No início da década de 1990, Salomone obteve o bacharelado no Lycée Georges Brassens; no entanto, originalmente pretendia estudar medicina veterinária. Salomone iniciou sua carreira se apresentando em cafés-teatros, compondo esquetes e trabalhou brevemente como um Dingo na Euro Disney por dois anos. Ele também apareceu em uma fita VHS promocional de PlayStation de 1995. Em 1996, ganhou notoriedade no programa de talentos *Graines de star* por seu humor absurdo e venceu a competição. Ele se apresentou regularmente no café-teatro Le Carré Blanc a partir de 1998, e fez parte do grupo de comédia Nous Ç Nous com Éric Collado, Manu Joucla, Éric Massot e Jean Dujardin. O grupo apareceu frequentemente no programa *Fiesta* de Patrick Sébastien, e ele também apareceu em *Farce Attaque* com Jean Dujardin antes de iniciar uma carreira solo no início dos anos 2000. Ele apresentou seu primeiro show solo, 'N'est pas cochon d'Inde qui veut,' em 2000. Bruno Salomone tornou-se amplamente reconhecido pelo seu papel como Denis Bouley na série de televisão *Fais pas ci, fais pas ça* (2007-2017). Ele também teve papéis em *Kaamelott* (2005 e 2009) e no filme *Brice de Nice* (2005), interpretando Igor d'Hossegor. O seu trabalho estendeu-se à atuação de voz, incluindo um papel no filme de animação *Lucky Luke* (2009) e fornecendo a narração para o jogo 'Burger Quiz' de Alain Chabat. Lançou um romance intitulado *Les Misophones* em 2019. Em 2016, o seu espetáculo 'Euphorique' venceu o Globe de cristal como melhor espetáculo individual. Salomone faleceu a 15 de março de 2026, em Joinville-le-Pont (Val-de-Marne), aos 55 anos, devido a uma longa doença. A sua morte foi confirmada pelo seu agente, Laurent Grégoire, e suscitou homenagens de Jean Dujardin, Florence Foresti, Nagui e Tiphaine Haas. É lembrado como um dos atores cómicos mais reconhecíveis na televisão francesa.

François Cavanna, comediante de França
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França

François Cavanna

François Cavanna, nascido em 22 de fevereiro de 1923, no 14º arrondissement de Paris, foi um autor e editor de jornal satírico francês. Faleceu em 29 de janeiro de 2014, em Créteil. Sua criação em Nogent-sur-Marne foi moldada por seu pai imigrante italiano, Luigi Cavanna, que trabalhava como pedreiro, e sua mãe, Marguerite Charvin. Cercado por imigrantes italianos desde tenra idade, ele documentou essas experiências em sua obra autobiográfica Les Ritals , publicada em 1978. Obteve o certificado de ensino fundamental aos 12 anos e conquistou um *brevet* em 1939. A vida inicial de Cavanna incluiu diversos empregos; aos 16 anos, trabalhou como entregador de cartas, vendedor de frutas/legumes e aprendiz de pedreiro. Sua carreira jornalística começou em 1945 com o Libération. Foi ordenado a se mudar para Bordeaux em 1940 devido à Segunda Guerra Mundial, e de 1943 a 1945 foi forçado ao trabalho (STO) em Berlim. Durante esse período, formou um relacionamento com Maria Tatarchenko, uma trabalhadora ucraniana, a quem dedicou Les Russkoffs em 1979. Ele co-fundou várias revistas satíricas, incluindo Hara-Kiri , Hara-Kiri Hebdo , Charlie e Charlie Hebdo , contribuindo significativamente para sua criação e sucesso. Escreveu em vários gêneros, incluindo reportagem, sátira, ensaios, romances, autobiografia e humor. O estilo cômico de Cavanna era caracterizado por uma mistura de piadas, absurdo, coq-à-l’âne (associação rápida), sátira e zombaria. Seu trabalho frequentemente beirava o surrealismo e frequentemente ridicularizava a apresentação da ciência e dos cientistas. Ele traduziu seis livros sobre cartunistas famosos, incluindo Li'l Abner em 1971 e L'Univers impitoyable de Gary Larson em 1988. Ele concebeu a ideia de renomear Hara-Kiri para Charlie Hebdo em novembro de 1969 após seu banimento. Ele apareceu no programa de televisão literário francês Apostrophes em 1978, onde notoriamente disse a Bukowski para "cair a boca". Les Ritals , inicialmente publicado em capítulos em Hara-Kiri a partir de 1976, foi adaptado para uma peça que explora temas de imigração e ressoa com muitas famílias. Ele recebeu o Prix Interallié em 1979 por Les Russkoffs . Seu último livro, Lune de miel , abordou sua doença de Parkinson.

Henri Salvador, comediante de França
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França

Henri Salvador

Henri Salvador, nascido Henri Gabriel Salvador em 18 de julho de 1917, em Cayenne, Guiana Francesa, foi um artista francês multifacetado. Seus pais, Clovis e Antonine Paterne, eram originários de Guadalupe, e ele tinha um irmão chamado André e uma irmã chamada Alice. A família se mudou para Paris quando ele tinha doze anos. Ele iniciou sua carreira na década de 1930 como guitarrista acompanhando outros cantores, aprendendo imitando as gravações de Django Reinhardt. Salvador posteriormente trabalhou com Reinhardt na década de 1940, demonstrando versatilidade musical desde cedo. A carreira de Salvador abrangeu canto, dança e comédia, inicialmente com Ray Ventura e His Collegians. Ele fez a transição para uma carreira de cantor por volta de 1948, aparecendo em filmes como Nous irons à Paris (1949), Nous irons à Monte-Carlo (1950) e Mademoiselle s'amuse (1948). Ele gravou canções escritas por Boris Vian, arranjadas por Quincy Jones, e até explorou o rock and roll francês em 1957 sob o nome Henry Cording. Ao longo das décadas de 1950 a 1970, ele escreveu, produziu e interpretou canções humorísticas e populares, conhecido por seu estilo de cantor romântico e voz suave, e dominou muitos instrumentos musicais. Salvador apresentou vários programas de variedades populares na televisão nas décadas de 1960 e alcançou um sucesso com “Zorro est arrivé” em 1964. Ele também é reconhecido por sua risada distinta, frequentemente incorporada em sua música. Sua canção “Dans mon île” (1957) influenciou significativamente a formulação da bossa nova por Antônio Carlos Jobim. Ele deu voz ao caranguejo Sebastião na dublagem francesa de A Pequena Sereia em 1989. Recebeu inúmeras homenagens durante sua carreira de sete décadas, incluindo a Ordem Brasileira do Mérito Cultural em 2005 e foi condecorado como comandante da Legião de Honra Francesa e da Ordem Nacional do Mérito Francês. Faleceu em 13 de fevereiro de 2008, em Paris, devido a um aneurisma roto e foi sepultado no Cemitério Père-Lachaise.

Jacques Weber, comediante de França
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França

Jacques Weber

Jacques Henri Robert Weber, conhecido profissionalmente como Jacques Weber, nasceu em 23 de agosto de 1949, no 10º arrondissement de Paris. Ele vem de uma família burguesa com origens suíças; seu pai, Robert Weber, era físico, químico e diretor de laboratório, enquanto sua mãe, Madeleine Weber, apreciava ópera e literatura. Weber frequentou o Lycée Carnot e mais tarde estudou arte dramática na École de la rue Blanche. Sua carreira abrange mais de cinquenta anos, estabelecendo-o como uma figura proeminente no entretenimento francês. A formação inicial de Weber incluiu a frequência ao Conservatório Nacional Superior de Arte Dramática, onde ingressou aos 20 anos e conquistou o Prêmio de Excelência ao se formar. Ele se beneficiou da mentoria de Pierre Brasseur por um ano e meio e conheceu Francis Huster no Conservatório do 18º arrondissement, com quem mais tarde competiu em um concurso. Também trabalhou com Robert Hossein em Reims e integrou o Théâtre Populaire de Reims sob a direção de Hossein. Em 1970, Marcel Cravenne o contratou para uma produção de *Tartufo*. Posteriormente, apareceu em produções como *Faustine et le Bel Été* (1972) e *État de siège* (1972), e mais tarde em *Le Malin Plaisir* (1975) e *Une femme fatale* (1976). Ele também apareceu no filme *O Conde de Monte Cristo*. A carreira de Weber inclui um trabalho significativo no palco, notavelmente interpretando Cyrano de Bergerac por várias temporadas, apresentando-o aproximadamente 500 vezes. Em 1990, ele assumiu o papel de Comte de Guiche; posteriormente, em 1998, interpretou Don Juan. Foi diretor do Centre dramatique national em Lyon durante o período de 1979 a 1985. Subsequentemente, entre 1986 e 2001, dirigiu o Théâtre de Nice, Centre dramatique national Nice-Côte d'Azur. Em 2008, dirigiu uma adaptação televisiva de *Figaro* para a France 3. Também apareceu como o Juiz Antoine Rives em um programa de televisão e interpretou Carlos V no Ommegang de Bruxelas em 2013. Atualmente, está se apresentando em *Cyrano, rêver, rire, passer*, escrito por sua esposa Christine Weber, com Ludmilla Mikael; esta peça estreou no Théâtre de la Pépinière em Paris em 29 de janeiro.

Jean Dujardin, comediante de França
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França

Jean Dujardin

Jean Dujardin, que atua sob o nome Jean Edmond Dujardin, é um artista francês que trabalha como ator, comediante, produtor e diretor. 19 de junho de 1972 marca a data do seu nascimento em Rueil-Malmaison, França, perto de Paris. Crescendo em Plaisir, Yvelines, trabalhou brevemente como chaveiro para a empresa de construção do seu pai antes de iniciar uma carreira na performance. Atualmente com 54 anos, Dujardin começou a fazer apresentações de stand-up em cafés e serviu no exército, onde entreteve os companheiros recrutas com imitações, descobrindo seu talento cômico. A carreira de Dujardin começou no palco e na televisão nos anos 90 com o grupo de comédia Nous Ç Nous. Em 1996, Dujardin participou do programa de televisão Graines de star ao lado de outros concorrentes. De 1999 a 2003, ele ganhou popularidade significativa através da série de televisão Un gars, une fille ao lado de Alexandra Lamy, que mais tarde se tornou sua esposa de 2009 a 2014. Ele atuou em programas de televisão e filmes de comédia no início de sua carreira, e criou o personagem Brice de Nice no programa Fiesta, que foi adaptado para um filme, Brice de Nice, em 2005. Dujardin alcançou fama internacional através de diversos papéis, incluindo Hubert Bonisseur de La Bath nos filmes OSS 117: Cairo, Ninho de Espiões (2006), Perdido no Rio (2009) e De África com Amor (2021). Ele também estrelou como Lucky Luke no filme Lucky Luke (2009) e colaborou com Michel Hazanavicius em O Artista (2011), onde interpretou George Valentin. Este papel lhe rendeu inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Ator (2012), um Globo de Ouro, um BAFTA e um Prêmio da Screen Actors Guild. Ele também apareceu em filmes americanos como O Lobo de Wall Street (2013) e Os Homens da Cultura (2014). Papéis recentes incluem aparições em Presidentes (2021) e Brice 3 (2016), e ele está programado para interpretar Don Diego de la Vega na minissérie Zorro em 2024.

Juliette Arnaud, comediante de França
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Juliette Arnaud

Juliette Arnaud é uma atriz, roteirista, apresentadora de rádio, apresentadora de televisão e comediante francesa, nascida em 6 de março de 1973, em Saint-Étienne. Sua família fomentou um ambiente humorístico, com seu pai trabalhando como mestre de obras e sua mãe como professora de clássicos. Ela inicialmente considerou estudar ciência política, mas desistiu após um ano e subsequentemente se formou em comédia e arte dramática no Cours Florent. Este treinamento levou a colaborações significativas com Christine Anglio e Corinne Puget. A carreira de Arnaud inclui diversos papéis e créditos como roteirista. Ela coescreveu e atuou na peça de teatro café 'Arrête de pleurer Pénélope' ao lado de Anglio e Puget, que estreou em 2002 no Café de la Gare e desde então foi vista por mais de dois milhões de espectadores. A peça, ambientada durante uma despedida de solteira, retrata três amigas cuja amizade está se deteriorando. Ela coescreveu uma sequência, 'Arrête de pleurer Pénélope 2 La Suite!' em 2006, e dirigiu a adaptação cinematográfica em 2012. Ela também coescreveu o filme 'La Beuze' em 2003 e apareceu em vários filmes, incluindo 'Les Onze Commandements' (2004), 'L’Un reste, l’autre part' (2005), 'Ensemble, c'est tout' (2007) e 'Tu peux garder un secret ?' (2008). Ela interpretou papéis em séries de televisão como 'Drôle de famille!' de 2009 a 2013. Ao longo de sua carreira, Arnaud também trabalhou como apresentadora de rádio e televisão. Ela co-apresentou 'Intervilles' com Nagui em 2004, e '20 h 10 pétantes' no Canal+. De 2014 a 2024, foi colunista em programas da France Inter, incluindo 'Si tu écoutes, j’annule tout,' posteriormente renomeado 'Par Jupiter!' e depois 'C’est encore nous.' Ela teve um relacionamento com o comediante Michaël Youn de 1998 a 2004. Atualmente, em 2024, ela co-fundou o programa de rádio 'La Dernière' na Radio Nova com Guillaume Meurice, Pierre-Emmanuel Barré e Aymeric Lompret; anteriormente, ela e Meurice co-apresentaram 'Le Grand Dimanche Soir' e programas da France Inter de 2019 a 2023. O programa 'Par Jupiter' atingiu uma audiência recorde de 1,3 milhão de ouvintes diários em 2021, e 'La Dernière' é atualmente um podcast de sucesso.

Michel Galabru, comediante de França
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Michel Galabru

Nascido em Safi, Marrocos, em 27 de outubro de 1922, Michel Galabru foi um ator e escritor francês. Seu pai, Paul Galabru, era engenheiro e professor. Inicialmente aspirando ser jogador de futebol profissional pelo Stade olympique montpelliérain, estudou brevemente direito a pedido do pai. Passou sua infância em Safi e anos posteriores em Hérault antes de se mudar para Paris. A carreira de Galabru abrangeu quase setenta anos, abrangendo mais de 250 filmes e mais de 80 peças. Galabru iniciou sua carreira de ator em 1951 com um papel menor em Ma femme, ma vache et moi . Recebeu o reconhecimento inicial por sua atuação em La guerre des boutons (1963) e alcançou ampla popularidade com Le Gendarme de Saint-Tropez (1964), interpretando o Adjudant Gerber. Ele apareceu frequentemente ao lado de Louis de Funès em vários filmes, incluindo sequências de Le Gendarme de Saint-Tropez e L'Avare . Suas colaborações cômicas se estenderam a filmes dirigidos por Jean Girault, Jean-Pierre Mocky, Georges Lautner, Bertrand Blier e Claude Zidi. Foi pensionnaire (membro) da Comédie-Française de 1950 a 1957 e ganhou o primeiro prêmio do Conservatoire national d'art dramatique. A filmografia de Galabru incluiu tanto comédias quanto dramas, com papéis notáveis em *L'avare*, *Jo*, *Nous irons a Deauville*, *La Cage aux Folles*, *La Cage aux Folles II*, *La Cage aux Folles 3: The Wedding*, *Le viager*, *Subway*, *Kamikaze* e *Uranus*. Bertrand Blier, Costa-Gavras e Jean-Luc Godard foram alguns dos diretores com quem ele trabalhou. Ele ganhou um César de Melhor Ator em 1977 por seu papel como Joseph Bouvier em *The Judge and the Assassin* de Bertrand Tavernier, e recebeu indicações ao César de Melhor Ator Coadjuvante em 1986 (*Subway*) e 1991 (*Uranus*). Ele dirigiu o Théâtre Montmartre-Galabru e o Théâtre de Dix Heures. Sua última atuação foi no espetáculo solo *Le Cancre*. Michel Galabru faleceu em 4 de janeiro de 2016, em Paris, aos 93 anos.

Omar Sy, comediante de França
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Omar Sy

Omar Sy é um ator francês, produtor de cinema, roteirista e humorista nascido em 20 de janeiro de 1978, em Trappes, Yvelines, França. Ele é de origem Fulani, com pais que imigraram da África Ocidental; sua mãe é originária da Mauritânia e seu pai do Senegal, ambos vindos da aldeia de Bakel. Nascido e criado na área de Les Merisiers em Trappes, ele era um de nove filhos. Em 1996, Sy iniciou sua vida profissional na Rádio Nova, uma experiência que incluiu um encontro com Fred Testot. Sua experiência em radiodifusão resultou em segmentos cômicos em 'Service après-vente des émissions' entre 2005 e 2012, bem como no programa de televisão 'Omar et Fred', que estreou no Canal+ em 2001 e continua até hoje. Ele também fez aparições no 'Le Cinéma de Jamel' do Canal+, e formou uma parceria cômica com Fred Testot conhecida como Omar e Fred. Sy ganhou reconhecimento por sua comédia física e apareceu em filmes como (2001), , e . Ele também participou de um álbum contra o racismo chamado em 2003. Ele alcançou reconhecimento generalizado após protagonizar o sucesso de bilheteria francês de 2011, *Intocáveis*, o que lhe rendeu o Prêmio César de Melhor Ator em 2012 e um Globe de Cristal para Melhor Ator. Ele se tornou o primeiro ator negro a receber o Prêmio César. Após esse sucesso, Sy apareceu em vários filmes de grande sucesso americanos, incluindo *X-Men: Dias do Futuro Passado* (2014), *Mundo Jurássico* (2015), *Transformers: O Último Cavaleiro* (2017) e *Cães Árticos* (2019). Ele também dublou personagens em videogames como 'Tomb Raider Legend' e 'Logorama'. Desde 2021, ele estrela a série da Netflix *Lupin*. Em 2021, foi nomeado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela Time. Sy garantiu um acordo de longo prazo para filmes com a Netflix, juntamente com um arranjo de colaboração inicial com a HBO Max. Atualmente, ele vive em Hidden Hills, perto de Los Angeles, EUA.

Pierre Dac, comediante de França
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Pierre Dac

Pierre Dac, nascido André Isaac em 15 de agosto de 1893, em Châlons-sur-Marne, França, foi um humorista francês. Sua família, originalmente da Alsácia (Uttenheim e Niederbronn-les-Bains), tinha raízes judaicas e emigrou após a Guerra Franco-Prussiana. Seu pai, Salomon Isaac, era açougueiro, e a família se mudou para Paris quando Dac tinha três anos de idade. Ele teve aulas de violino na infância, mas foi expulso da escola em 1908 por uma brincadeira. A carreira de Dac começou na década de 1920 como um chansonier em cabarés como La Muse rouge e La Vache enragée. Ele criou o jornal satírico *L'Os à moelle* em 1938, que ganhou popularidade antes de ser interrompido pela censura nazista. Ele apareceu em filmes como *Voilà Montmartre* (1934) e *Juanita* (1935). Em 1941, escapando do conflito da Segunda Guerra Mundial, procurou refúgio em Londres. Lá, contribuiu para o Radio Londres, um serviço da BBC que alcançava a França ocupada, compondo canções humorísticas e apresentando rotinas cômicas. Ele foi preso na Espanha ao tentar chegar a Londres e passou vários meses nas prisões de Franco. Após a Segunda Guerra Mundial, Dac formou um dueto de comédia com Francis Blanche, e juntos criaram e apresentaram séries de rádio populares como *Malheur aux barbus*, *Signé Furax* e *Bons Baisers de partout*. Dac cunhou o termo cômico 'Schmilblick', descrito como 'rigorosamente integral, que não serve absolutamente a nada e, portanto, pode servir a tudo', e popularizou a palavra “loufoque”. Ele também inventou o biglotron e a receita de geleia de macarrão. Foi iniciado na maçonaria em 1926 e criou um ritual maçônico paródico chamado 'Le rite des Voyous'. Pierre Dac foi reconhecido com várias distinções ao longo de sua vida; estas incluíram a Croix de Guerre (tanto de 1914-1918 quanto de 1939-1945), a Medalha da Resistência e a distinção de ser nomeado Cavaleiro da Ordem da Legião de Honra. Até seu falecimento em 9 de fevereiro de 1975, em Paris, ele permaneceu ativo no cinema e na televisão, com papéis em produções como *La Famille Anodin* (1956) e *Ne jouez pas avec les Martiens* (1968).

Pierre Étaix, comediante de França
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Pierre Étaix

Pierre Étaix, nascido em 23 de novembro de 1928, em Roanne, França, foi um palhaço, comediante e cineasta francês. Seus pais eram Edmond Étaix, um comerciante de couro, e Berthe Tacher. Inicialmente, ele seguiu a formação como designer gráfico, estudando vitrais com Théodore-Gérard Hanssen e se sustentando como ilustrador de revistas. No início de sua carreira, ele se apresentou em vários cabarés e music halls, incluindo Le Cheval d'Or, Les Trois Baudets, l'ABC, l'Alhambra, Bobino e o Olympia, e também trabalhou como artista circense com o palhaço Nino. A carreira de Étaix tomou um rumo significativo quando começou a trabalhar para Jacques Tati em 1954. Ele contribuiu como cartunista e criador de piadas em *Meu Tio*, auxiliando em suas filmagens em 1958, e desenhou cartazes para o filme e sua posterior relançamento, *As Férias do Sr. Hulot*. Ele também apareceu em *Dia de Festa* de Tati no Olympia em 1960. Influenciado por comediantes de pastelão como Buster Keaton, Harold Lloyd, Harry Langdon, Max Linder, Charlie Chaplin e Laurel e Hardy, Étaix começou a estabelecer seu próprio estilo cômico, caracterizado pela elegância do pastelão e cronometragem meticulosa. Ele dirigiu seu primeiro curta-metragem, *Rupture*, coassinado com Jean-Claude Carrière, e seguiu com o curta-metragem premiado com o Oscar *Feliz Aniversário* em 1963, também coassinado com Carrière. Os longas-metragens de Étaix incluem *O Pretendente* (1962), *Yoyo* (1965), *Enquanto Houver Saúde* (1965), *O Grande Amor* (1968) e *Terra dos Sonhos* (1971). Seus filmes frequentemente satirizam a vida moderna, o ruído e a publicidade. Um conflito legal resultou na inacessibilidade dos filmes de Étaix a partir da década de 1970; no entanto, após uma decisão judicial, eles foram restaurados e exibidos publicamente novamente em 2010. Étaix e Annie Fratellini fundaram juntos a École nationale de cirque em 1973; eles haviam se casado em 1969 e subsequentemente fizeram turnê com seu próprio circo, durante o qual Étaix atuou como palhaço branco. Ele recebeu o Prêmio Louis Delluc em 1962 por *Le Soupirant* e foi condecorado com a Ordem da Legião de Honra (Commandeur des Arts et des Lettres) em 2013. Pierre Étaix faleceu em 14 de outubro de 2016, em Paris, aos 87 anos, deixando para trás um legado como mestre do burlesco poético e uma figura importante no cinema pastelão francês.