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1635 comediantes
Arnaud Ducret, comediante de França
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França

Arnaud Ducret

Arnaud Ducret é um ator e comediante francês, nascido em 6 de dezembro de 1978, em Rouen. Passou a infância mudando entre Amfreville-la-Campagne, Petit-Couronne e Oissel. Antes de se estabelecer como ator e humorista, Ducret foi anteriormente cantor gospel. Sua carreira começou a ganhar impulso em 2008 com um papel no telefilme Fortunes , seguido por uma interpretação do jovem Jacques Chirac em Adieu de Gaulle, adieu em 2009. Ele também substituiu brevemente Yvan Le Bolloc’h em Caméra Café 2 em 2010. Os talentos cômicos de Ducret começaram a ser cada vez mais reconhecidos a partir de 2010. Naquele ano, ele criou e apresentou seu primeiro show, Pareil… mais en mieux , e também apareceu em Spamalot , uma produção inspirada em Monty Python. Ele continuou a expandir seus créditos como ator com papéis em L'Oncle Charles e Une vie meilleure em 2012. Um avanço significativo ocorreu em 2013 quando ele começou a interpretar Gaby na série da France 2, Parents mode d'emploi , um papel que lhe rendeu considerável reconhecimento. A série se provou popular, atraindo um grande público, e Ducret continuou a interpretar Gaby de 2013 a 2018. Ele também apareceu em Serial Teachers e Serial Teachers 2 (2013) e estrelou Amour et turbulences e Les Profs (2013). Além da televisão, Ducret demonstrou versatilidade em sua carreira. Em 2014, ele apresentou Les Copains d'abord font du ski e deu voz ao personagem Emmet no filme de animação The Lego Movie . Ele também participou do Trophée Andros, um evento de automobilismo. Criou seu segundo show solo, J’me rends , apresentando-o por dois anos. Uma nota pessoal é que ele conheceu Maurine Nicot em 2012 e tiveram um filho chamado Oscar em julho daquele ano, antes de se separarem em 2018; subsequentemente, casou-se com Claire Francisci em julho de 2021. Mais recentemente, desde 2022, Ducret tem aparecido em Les Enfoirés , continuando sua presença no entretenimento francês.

Frédéric Volovitch, comediante de França
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França

Frédéric Volovitch

Frédéric Volovitch é um cantor e humorista francês, nascido em 18 de maio de 1974, em Tours. Membro dos Les Wriggles, um grupo francófono que abrange música, teatro e comédia musical, ele ganhou reconhecimento por suas contribuições. Este grupo se originou em 1995 na ENSATT em Paris. Volovitch fez parte da formação original de cinco membros de 1995 até 2009. O envolvimento de Volovitch com Les Wriggles começou em 1995 e continuou por vários álbuns, incluindo Justice avec des saucisses (1997), Les Wriggles partent en live (1999), Ah bah ouais mais bon (2002), Moi d'abord (2005) e Tant pis ! Tant mieux! (2007). O grupo combinava textos humorísticos, poéticos, provocativos e ternos, apresentando observações realistas através de esquetes intercaladas com músicas, e consistentemente usando macacões vermelhos durante os concertos. Eles interagiam com o público através de piadas e interações, e suas performances frequentemente exploravam uma ampla gama de temas, da vida cotidiana à crítica social. Canções populares como "Poupine et Thierry" usaram alegoria para explorar conflitos culturais, enquanto "Délit de face, yes!" abordou o racismo. Após sua saída de Les Wriggles em 2006, juntamente com Antoine Réjasse e Franck Zerbib, Volovitch formou o duo Volo com seu irmão mais novo, Olivier Volovitch, em 2001. Volo lançou vários álbuns, incluindo Bien Zarbos (2005), Jours Heureux (2007), Sans rire (2013), Chanson française (2017) e Avec son Frère (2020). Desde 2011, Volovitch tem apresentado um show solo, inicialmente intitulado Est ce qu'il y a des morts? , que combina música, humor e teatro musical. Seus shows enfatizam a interação direta com o público, a precisão na música e a observação da vida cotidiana, utilizando contação de histórias, ironia e um gosto por narrativa. Ele está programado para lançar o álbum 'Mine de rien' em 2026 e se apresentar em Achères em abril de 2027.

Félix Galipaux, comediante de França
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França

Félix Galipaux

Félix Galipaux, nascido Félix Martin em Bordéus no dia 12 de dezembro de 1860, foi um ator, dramaturgo e humorista francês. Louise Fénélon-Galipaux o identificou em 1866, após o que ele recebeu educação em Bordéus e Paris, conquistando, finalmente, um primeiro prêmio do Conservatório de Paris. Inicialmente, escolheu se apresentar no Théâtre du Palais-Royal em vez da Comédie-Française, mudando-se posteriormente para o Théâtre de la Renaissance. Galipaux faleceu em Paris no dia 7 de dezembro de 1931 e está sepultado no Cemitério Père-Lachaise, marcado por um busto de bronze. A carreira cômica de Galipaux foi extensa, abrangendo aproximadamente quarenta peças produzidas em teatros parisienses. Sua popularidade decorria de seus monólogos humorísticos no palco, especialmente 'Communication Téléphonique' (1906), vários dos quais foram preservados por meio de gravações. Ele também colaborou com Henri Pagat sob o pseudônimo conjunto Pagalipaux, e ele e Coquelin Cadet popularizaram os atos de monólogo de music hall na década de 1880. Seu estilo dependia da escrita para gerar risadas, em vez de traços físicos ou peculiaridades de pronúncia. Ele escreveu várias peças de boulevard, comédias, esboços, monólogos e fantasias, e contribuiu com colunas de jornal sob o pseudônimo Félix Mayran. Além do teatro, Galipaux aventurou-se no cinema pioneiro, aparecendo em obras de Ferdinand Zecca, Georges Méliès e Pathé Frères, incluindo ‘Uma Viagem Aventureira de Automóvel’ e primeiros filmes sonoros franceses como 'La Lettre' e 'Au Telephone' (1905). Charles-Émile Reynaud o filmou interpretando 'Le Premier Cigare' por volta de 1896 ou 1897. Ele também fez gravações faladas para discos de gramofone, e estrelou filmes como ‘Um Senhor que Tem um Tique’ (1911) e 'Gorgibus et Sganarelle' (1912), sendo seu último papel em ‘Lorena’ (1918). Ele é retratado ao lado de Gabrielle Réjane em uma litografia de 1893 de Henri de Toulouse-Lautrec. Galipaux também escreveu “Galipettes”, que incluía cenas engraçadas com Floridor, Cinguy, Dazincourt e Caméléon. Essas cenas eram sobre um grupo de teatro itinerante. Após isso, Galipaux recebeu o título de Oficial da Instrução Pública na Ordem das Palmas Acadêmicas.

Gabriel de Lautrec, comediante de França
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França

Gabriel de Lautrec

Gabriel de Lautrec, nascido em Béziers em 21 de fevereiro de 1867 e falecido em Paris em 25 de julho de 1938, foi um escritor, cronista, tradutor e poeta francês. Um parente distante do pintor Henri de Toulouse-Lautrec, embora não tivessem relações próximas, ele se apresentava como um dândi com um monóculo e frequentemente divertia a sociedade parisiense por volta de 1900 com seus comentários espirituosos. Obteve um diploma em literatura (licence ès Lettres) e, de 1889 a 1893, foi companheiro de Alphonse Allais no Le Chat Noir, onde publicou seus primeiros escritos em prosa. A carreira de Lautrec começou no início da década de 1890, quando se mudou para Paris e começou a colaborar com publicações como *La Vie drôle*. Ele frequentava cafés literários no Quartier Latin e conheceu Alphonse Allais no cabaré Chat noir, tornando-se discípulo de Allais. Seu trabalho é caracterizado pelo humor e fantasia, frequentemente ligado a círculos paraciencíficos e ocultistas. Uma coleção de poemas em prosa, 'Poèmes en prose,' foi publicada em 1898, abrindo portas para a cena literária parisiense. Ele organizava um salão em Passy onde figuras notáveis como Jean Lorrain, Willy, Jean de Tinan, Alfred Jarry, Oscar Wilde e Paul Verlaine se reuniam; ele era particularmente próximo de Paul Verlaine, chegando a guardar seu corpo após sua morte. Entre 1890 e 1911, ele afirmou ter publicado mais de duzentas histórias curtas, crônicas e fantasias em diversas publicações, incluindo *Le Chat Noir*, *La Vie drôle*, *Le Rire*, *Fantasio*, *La Revue blanche*, *Le Sourire* e *Le Mercure de France*. Ao longo de sua carreira, De Lautrec traduziu obras de Mark Twain, Havelock Ellis, Alfred Levin, Matthew Phipps Shiel e Oscar Wilde (em colaboração com Henry-D. Davray), frequentemente para o *Mercure de France*. Ele também cofundou *La Petite Semaine* em 1900 e a Académie de l’Humour em 1920 com Curnonsky e Courteline. Lecionou latim e grego em Marselha até sua aposentadoria em 1929, retornando a Paris logo depois. Publicou sua autobiografia, *Souvenirs des jours sans souci*, em 1938. Apesar de buscar reconhecimento, incluindo uma candidatura à Academia Francesa em 1923, sentiu-se desapontado por não alcançar o reconhecimento literário. Foi condecorado com a Légion d'honneur em 1936 e deixou para trás obras publicadas incluindo 'Poèmes en prose,' 'Les Roses noires,' 'Monsieur de Crac,' e *Souvenirs des jours sans souci*.

Ged Marlon, comediante de França
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França

Ged Marlon

Ged Marlon, nascido Gérard Brunettini em 10 de abril de 1954, em Paris, é um humorista e ator francês. Criado por seus avós italianos, ele inicialmente seguiu a carreira atlética, tornando-se campeão francês júnior de luta greco-romana. Sua carreira inicial incluiu trabalhos com Robert Hossein para interpretar um alabardista em 'Joana d'Arc' e 'Potemkine'. Marlon se inspira em Keaton, Tati, Bunuel e Dali, o que é evidente em sua abordagem cômica única. Ele apareceu no filme *Flic ou Voyou* em 1979 e, posteriormente, estrelou o curta-metragem *Mambo-scratch* em 1983. Ao longo da década de 1980, Ged Marlon continuou a expandir seus créditos como ator, aparecendo em filmes de diretores como Bertrand Tavernier ( Autour de minuit em 1986), Claude Lelouch ( Viva la vie em 1984) e Gérard Oury. Ele também se apresentou em Games no Théâtre Fontaine em 1984 e atuou em L'Embarras du soi , que escreveu e dirigiu no Théâtre Montparnasse em 2010. Uma colaboração com Farid Chopel resultou no bem-sucedido show de 1980 'Aviateurs'. Ele frequentemente interpreta o francês careca e bigodudo comum, misturando o absurdo com a sutileza em suas performances. O trabalho teatral de Marlon inclui espetáculos solo dirigidos por Jean-Michel Ribes no Théâtre du Splendid em 1989 e Un simple froncement de sourcil , que estreou no Théâtre du Rond-Point em 2002, inaugurando a sala Roland Topor. Seus espetáculos frequentemente exploram questões filosóficas e práticas, traçando comparações com Raymond Devos. A performance gestual é essencial, com seu corpo frequentemente substituindo palavras; ele prefere "o não dito" a "o excessivamente dito". Ele se apresentou em peças como 'Brèves de comptoir', e obras de Labiche, Courteline e Feydeau. Ele também apresentou o espetáculo solo 'Ged Marlon / Solo' no Théâtre du Petit Montparnasse, que estreou em 28 de agosto de 2008, explorando temas de amor desapontado com três personagens em busca da felicidade. Ged Marlon está atualmente dirigindo um filme intitulado Les Talents d'Achille , com previsão de lançamento para 2025.

Gilles Benizio, comediante de França
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Gilles Benizio

Gilles Benizio é um comediante francês, nascido em 1 de junho de 1957, em Villerupt, Meurthe-et-Moselle. Ele é de origem italiana e completará 67 anos em 1º de junho de 2024. Estudou teatro na Universidade de Censier, em Paris, onde conheceu sua futura esposa, Corinne Benizio, em 1982. Eles se casaram em 1985 e têm dois filhos, Elisa e Raphaël. Benizio é mais conhecido como metade do duo cômico Shirley et Dino, formado com Corinne Benizio em 1988. Os personagens Shirley e Dino foram criados durante um workshop de improvisação com Ariane Mnouchkine, que ajudou a impulsionar suas carreiras. O estilo cômico deles envolve uma dinâmica onde Dino provoca Shirley para o divertimento do público; Dino é caracterizado por sua herança italiana, frequentemente incorporando canções italianas em suas apresentações, enquanto Shirley é retratada como um personagem ingênuo tentando contar histórias que Dino constantemente interrompe. Suas apresentações frequentemente incluem histórias sobre palhaços ingênuos. Eles estrearam no palco em 1985 como 'Achilles Tonic' e apresentaram seu primeiro show temático de music-hall no Festival Avignon Off em 1988. Shirley et Dino ganharam maior reconhecimento através de aparições nos programas de televisão de Patrick Sébastien, particularmente 'Le Plus Grand Cabaret du monde' de 2001 a 2004. Receberam o Prêmio Molière de Melhor Espetáculo de Esquetes por seu show 'Le Duo' em 2003. Seu DVD 'À Marigny' vendeu mais de um milhão de cópias e seu filme 'Cabaret Paradis', lançado em 2006, atraiu 200.000 espectadores. O duo fez a transição da comédia para a direção de óperas, encenando óperas barrocas como 'Don Quichotte chez la Duchesse' em 2015 e 'Platée' em 2022, e mais recentemente 'Turandot' em Grenoble em 31 de março de 2023. Atualmente, residem na região de Ardèche.

Guy Bedos, comediante de França
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Guy Bedos

Guy Bedos, nascido em 15 de junho de 1934, em Argel, Argélia, faleceu em 28 de maio de 2020, em Paris. Era um artista multifacetado, identificado como um *Pied-Noir*, termo para franceses na Argélia, e conhecido por seu trabalho como roteirista, comediante stand-up e ator. Nascido enquanto a Argélia era um departamento francês, sua família incluía Alfred Bedos, seu pai que trabalhava como agente de saúde, e Hildeberte Verdier, sua mãe. Sua infância foi marcada pela instabilidade, envolvendo mudanças entre casas e internatos, incluindo um colégio católico em Bone e o liceu Bugeaud em Argel. A carreira de Bedos começou no início da década de 1950 como parte do grupo de comediantes 'Bande du Conservatoire'. Ele chegou a Paris com sua família em junho de 1949 e fez sua primeira aparição em filme em *Futures Vedettes* em 1954. Para evitar o serviço militar durante a Guerra da Argélia, ele fez uma greve de fome e foi considerado mentalmente inapto. Estreou no teatro de variedades Bobino em 1965 ao lado de Barbara, e mais tarde colaborou com Michel Boujenah e Smaïn em *Coup de soleil à l'Olympia*. Bedos também encenou peças como ‘Arlequin poli par l’amour’ aos dezessete anos e meio. Bedos é particularmente lembrado por seu papel recorrente como Simon, um médico, em *Un éléphant ça trompe énormément* (1976) e *Nous irons tous au paradis* (1977), este último lhe rendendo reconhecimento significativo. Ele também apareceu em *Les Aventures de Bidibi et Banban*, interpretando Bidibi, e contribuiu para a revista satírica semanal *Siné Hebdo*, apoiando Siné após sua demissão do *Charlie Hebdo*. Politicamente, apoiou François Mitterrand e mudou-se para Hénin-Beaumont em 2012 para apoiar Jean-Luc Mélenchon. No final de sua vida, foi diagnosticado com a doença de Alzheimer.

Gérald Dahan, comediante de França
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Gérald Dahan

Gérald Dahan, nascido Gérald Berthelot em 17 de maio de 1973, em Cognac, França, é um humorista, imitador, apresentador de rádio e ator francês. Começou a demonstrar seu talento para a imitação aos quatro anos. Seus pais eram comerciantes, e um deles estudou direito francês. Ele adotou o nome artístico Gérald Dahan por volta dos dezesseis anos, inspirado em sua falecida tia materna Émilie Dahan, e mudou-se para Paris para seguir uma carreira na performance. A carreira inicial de Dahan incluiu a conquista do título de 'Jovem Imitador da França' aos doze anos em Angoulême, e o recebimento do prêmio 'Melhor Jovem Comediante do Ano' no Bobino em 1992. De 1993 a 1998, ele forneceu muitas das vozes masculinas para os fantoches na série de televisão infantil Les Minikeums na France 3. Ele também participou do programa de rádio de Laurent Ruquier, Rien à cirer , na France Inter de 1993 a 2000 e apareceu em programas de televisão como Vivement dimanche com seu grupo 'Les 6 Clones' entre 1998 e 1999. Ele é especialista em imitação e pegadinhas telefônicas, criando cenários convincentes através de suas transformações vocais. Ao longo de sua carreira, Dahan se apresentou em inúmeros espetáculos teatrais, incluindo *L’imposteur*, *Érection Présidentielle*, *Sarkoland* e *Gérald Dahan tombe les masques*. Ele criou e apresentou seu próprio programa de televisão, *Les missions de Gérald Dahan*, na France 3 em 2006. Seu trabalho com Rire et Chansons ficou conhecido por suas pegadinhas telefônicas direcionadas a figuras como Jean-Pierre Raffarin, Adrien Zeller e Zinedine Zidane. Ele apareceu no filme *La Boîte* (2001) e no filme de televisão *La famille Zappon* (2005). Em 2026, estreou 'J'imite donc je suis,' apresentando cerca de cinquenta imitações e performances de piano. Atualmente, ele se apresenta em um espetáculo teatral solo sobre Molière, intitulado 'Il était une voix… Molière!', que estreou em 29 de março e continua em 2027, retratando figuras como Emmanuel Macron como Alceste e Nicolas Sarkozy como Molière.

Jackie Berroyer, comediante de França
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França

Jackie Berroyer

Jackie Berroyer é um ator, comediante, escritor e jornalista francês, nascido em 24 de maio de 1946, em Reims. Ele passou a infância no bairro Maison-Blanche de Reims, onde seu pai trabalhava como pedreiro e sua mãe era dona de casa. Após inicialmente seguir uma carreira como designer industrial, ele desistiu aos 25 anos. A partir da metade da década de 1970, Berroyer se estabeleceu como crítico de rock para Charlie Hebdo, contribuindo para outras publicações como Hara-Kiri, Libération, Rock & Folk, Actuel e Rolling Stone. A produção criativa de Berroyer abrange diversos meios. Ele é escritor e escreveu diálogos para inúmeros filmes franceses a partir da década de 1980, colaborando com diretores como Patrick Bouchitey, Patrick Grandperret e Jean-François Stévenin. Notavelmente, ele co-escreveu o primeiro filme de Cédric Klapisch, 'Riens du tout'. Sua escrita também se estende à prosa; em 1992, ele publicou 'La femme de Berroyer est plus belle que toi, connasse,' que foi posteriormente adaptada para o filme 'Tempête dans un verre d'eau'. Ele também é conhecido por suas performances cômicas, incluindo um período de três anos como uma centralista travessa no programa de televisão 'Nulle part ailleurs,' usando inicialmente o pseudônimo Jackie Darbois, e apresentando o programa de humor e filosofia 'Pas si vite!' na Canal+. A carreira de Berroyer inclui contribuições para publicações satíricas como Siné Hebdo e Siné Mensuel. Ele apresentou o programa ‘Mélomanie’ na Le Mouv’ de 2010 a 2012. Em 2006, criou e interpretou 'Ma vie de jolie fille', um espetáculo solo humorístico e musical. Seu trabalho recebeu reconhecimento; ele recebeu o Prêmio de Melhor Novato no Festival de Angoulême em 1979 por 'Dossier Goudard' e foi nomeado para melhor papel masculino coadjuvante no Festival Jean-Carmet em 2012 por 'Mobile Home'. Berroyer também é reconhecido como Oficial da Ordem das Artes e Letras. Ele é pai dos produtores musicais ARK e Jim Casanova.

Jean-Christian Fraiscinet, comediante de França
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Jean-Christian Fraiscinet

Jean-Christian Fraiscinet, também escrito como Jean-Christian Faiscinet, é um humorista e ator francês. Sua infância esteve entrelaçada com o Château de Valençay, onde seus avós eram zeladores e guias, e sua mãe também trabalhava como guia; ele passou grande parte de sua infância lá. Ele proferiu suas primeiras falas de ator no castelo, inicialmente substituindo um ator ferido em 'A Rainha Margot', despertando sua vocação teatral durante a juventude. A jornada de Fraiscinet para a comédia começou com a participação em espetáculos de 'Som e Luz' do verão da aldeia quando era jovem, experiências que despertaram seu interesse em atuar. Ele estudou brevemente medicina antes de frequentar o Conservatório de Arte Dramática de Tours, graduando-se com uma medalha de ouro após dois anos. Eles produziram cerca de quinze espetáculos, incluindo três criações originais: 'ZAP', 'Hôtel des voyageurs' e 'Mona'. Em 1994, ele conheceu Vincent Dubois no festival de Villard de Lans, levando à formação do duo de comédia Les Bodin's. As feições de Les Bodin apresentam Fraiscinet como Christian e Dubois como Maria, uma mulher despótica de 87 anos. O duo se apresentou no palco e em três filmes: Mariage chez les Bodin’s (2008), Amélie au pays des Bodin’s (2010) e Les Bodin’s en Thaïlande (2021). Fraiscinet também apareceu em outros filmes, incluindo 'J'ai faim !!!' (2001) e 'Le Démon de midi' (2005), e séries de televisão como 'Chez Maupassant’ (2008, 2011) e 'Les Bodin's sont confinés' (2020). A fazenda, adquirida "por uma ninharia", inicialmente carecia de água e eletricidade, e foi restaurada com a ajuda do agricultor vizinho Anthony Janvier. Fraiscinet também está envolvida com Caméléon Production e assume múltiplos papéis na fazenda, incluindo ator, escritor, garçom e técnico.

Ária Abittan, comediante de França
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Ária Abittan

Nascido em 31 de janeiro de 1974, no 15º arrondissement de Paris, Ary Abittan é um ator e comediante francês. A origem familiar de Abittan é judaica sefardita, com ascendência marroquina por parte do pai e ascendência tunisiana por parte da mãe. Ele passou parte de sua infância em Garges-lès-Gonesse e Sarcelles. Em 2026, ele terá 52 anos. Abittan iniciou sua carreira escrevendo esquetes aos 19 anos e se apresentando no palco por volta de 1994. Para financiar aulas de atuação, trabalhou como taxista em Paris a partir dos 19 anos e novamente em 1993. Começou a se apresentar no palco em 1998 e abriu shows para artistas como Enrico Macias, Gad Elmaleh e Élie Semoun no início de sua carreira. Utilizando humor físico e um estilo de entrega rápido, Abittan frequentemente incorpora anedotas de seu tempo trabalhando como taxista em sua comédia. Ele estrelou a peça Happy Hanukah em 2007 e interpretou um papel principal na série de televisão Nos années pension de 2007 a 2009, o que contribuiu para o reconhecimento público. Ele é conhecido por seu papel como David Benichou na série de filmes Qu'est-ce qu'on a fait au Bon Dieu? , e ganhou reconhecimento internacional através desta franquia. Outros trabalhos notáveis incluem Serial (Bad) Weddings , Tout ce qui brille , With Open Arms , The Visitors: Bastille Day e Coco , onde deu voz ao personagem Hector na dublagem francesa. Ele também apareceu em programas de televisão humorísticos como Vendredi tout est permis . Em 2021, enfrentou acusações de estupro e foi colocado sob custódia; no entanto, as acusações foram retiradas em abril de 2024 após uma investigação de três anos, com um recurso confirmado em janeiro de 2025. Até 2026, ele retornou aos palcos com um novo espetáculo chamado Authentique , que aborda experiências relacionadas à paternidade, amor e crescimento pessoal, e enfrentou protestos. Após os procedimentos legais, Ary Abittan foi absolvido das acusações de estupro em 2024 e 2025 por meio de uma decisão de non-lieu. Brigitte Macron o apoiou publicamente.