Adriano Celentano
Adriano Celentano é um artista italiano que exerce as profissões de cantor, apresentador, ator, diretor, roteirista, compositor, apresentador, humorista, comediante, produtor musical e dançarino.
Adriano Celentano é um artista italiano que exerce as profissões de cantor, apresentador, ator, diretor, roteirista, compositor, apresentador, humorista, comediante, produtor musical e dançarino.
Nascido em 15 de junho de 1920, em Roma, Alberto Sordi foi um artista italiano multifacetado que trabalhou como ator, comediante, dublador, diretor, cantor, compositor e roteirista. Faleceu em Roma em 24 de fevereiro de 2003. Sua carreira abrangeu mais de 60 anos e compreendeu 160 filmes, tendo dirigido 18 deles. Sordi, reconhecido como uma figura fundamental na comédia all'italiana e um dos atores mais importantes do cinema italiano, frequentemente retratou mudanças dentro da sociedade italiana através de suas performances. Sordi iniciou sua carreira com um período de 15 anos em papéis menores como figurante ou ator coadjuvante, aparecendo como figurante em *Scipione l'Africano* em 1937. Inicialmente, ele seguiu estudos musicais, cantando no Coro da Capela Sistina aos sete anos e estudando ópera por vários anos após a mudança de sua voz. Embora tenha estudado brevemente no Instituto Comercial Giulio Romano em Trastevere e posteriormente se formado como contador para agradar sua mãe, também frequentou a Accademia dei filodrammatici em Milão, mas foi expulso devido ao seu dialeto romanesco e à percepção de falta de talento. Ele encontrou sucesso precoce como dublador, notavelmente dobrando Oliver Hardy a partir de 1937. Sua experiência teatral moldou ainda mais suas habilidades cômicas. Sordi alcançou destaque como ator principal no início da década de 1950 e é considerado um dos maiores intérpretes da comédia italiana. Ele colaborou frequentemente com Nino Manfredi, Vittorio Gassman e Ugo Tognazzi, formando um quarteto popular. Um trio proeminente também incluiu Aldo Fabrizi e Anna Magnani, contribuindo para a representação cinematográfica romana. Embora seu trabalho inicial o tenha estabelecido como uma força cômica, ele começou a interpretar personagens dramáticos complexos na década de 1960. Ao longo de sua carreira, Sordi buscou inspiração para seus personagens na sociedade italiana, colaborando com diretores, roteiristas e escritores renomados. Ele ganhou cinco prêmios Nastro d'argento, dez prêmios David di Donatello e um prêmio Golden Globe. Em reconhecimento às suas extensas contribuições para o cinema, ele recebeu o Leão de Ouro por Conquista do Tempo.
Nascido em Roma como Aldo Fabbrizi em 1º de novembro de 1905, Aldo Fabrizi foi um artista italiano que trabalhou como ator, diretor, roteirista e comediante. Seu pai, Giuseppe Fabbrizi, faleceu quando ele tinha onze anos, e sua mãe, Angela Petrucci, trabalhava como vendedora de frutas em Tivoli. Fabrizi iniciou sua carreira em 1931 em um teatro suburbano em Roma, obtendo sucesso local através de esquetes e monólogos cômicos enquanto se apresentava com a companhia ‘Reginella’. Tornou-se uma figura proeminente na cena romana de revista e avanspettacolo, contribuindo para o jornal dialetal 'Rugantino' e publicando um livro de poemas romanos, 'Lucciche ar sole', em 1928. A carreira de Fabrizi expandiu-se para além do palco. Estreou no cinema em 1942 com *Avanti c'è posto...* e mais tarde alcançou reconhecimento significativo pelo seu papel de padre heróico, Don Morosini, em *Roma, Cidade Aberta* (1945) de Roberto Rossellini. Também fez dobragem para personagens em filmes como *Maddalena... zero in condotta* (1940) e *Ladrões de Bicicletas* (1948). Ao longo das décadas de 1950 e 1960, colaborou frequentemente com Totò e Peppino De Filippo, tanto no ecrã como no palco; Fabrizi e Totò partilhavam uma estreita amizade e apreciavam a improvisação na atuação. Realizou o drama *Imigrantes* em 1948, e ganhou um prémio de laço de prata pela sua interpretação em *Primeira Comunhão* (1950) bem como outro por *O Dilema do Pai*. Fabrizi alcançou ainda mais sucesso no palco com a comédia musical *Rugantino* (1964). O talento e as contribuições de Fabrizi para o entretenimento italiano foram amplamente reconhecidos. Ele recebeu um prêmio especial David di Donatello em 1988 por sua carreira, e ganhou dois prêmios Nastro d'Argento, incluindo um por *Todos Nós Amávamos Uns aos Outros Tanto*. Ele também obteve reconhecimento no Festival de Cannes de 1952 pela melhor roteiro para *Polícias e Ladrões*. Suas performances frequentemente retratavam tipos romanos como cocheiros e condutores de bondes. Fabrizi fez turnês por toda a Europa, América Latina e Broadway, tendo brevemente Alberto Sordi em seu grupo de atuação por volta de 1937. Ele foi casado com a cantora Beatrice Rocchi (Reginella) até sua morte em 1981. Após sua morte em Roma em 2 de abril de 1990, os Correios Italianos lançaram um selo comemorativo em memória de Aldo Fabrizi mais tarde naquele ano.
Ambra Angiolini é uma atriz e cantora italiana, nascida em Roma em 22 de abril de 1977, de Alfredo Angiolini e Doriana Comini. Ela tem dois irmãos mais velhos, Barbara e Andrea. Sua carreira começou aos 13 anos como figurante no programa de TV *Fantastico* em 1990 e 1991. Ela ganhou reconhecimento inicial participando de *Bulli e pupe* em 1992, interpretando 'Poster' de Claudio Baglioni, e subsequentemente apresentando *Non è la RAI* de 1992 a 1993, um papel que impulsionou significativamente seu perfil. Durante o seu tempo em Non è la RAI , Ambra Angiolini lançou uma carreira de canto, com a publicação do single 'T'appartengo' em 1994. Isto levou ao lançamento do seu primeiro álbum, T'appartengo , que alcançou um sucesso considerável, vendendo 800.000 cópias e obtendo oito discos de platina e um disco de ouro. Ela continuou a lançar música, com Angiolini (também conhecido como Angelitos ) a aparecer em 1996, Ritmo vitale em 1997 (seguido por uma versão espanhola em 1998), e InCanto em 1999. As suas iniciativas musicais também incluíram atuar no Festival Internacional da Canção de Viña del Mar, no Chile, em fevereiro de 1997 e participar no musical Emozioni em 2001. Ela apresentou inúmeros outros programas de televisão, incluindo Generazione X , Super e Sanremo Top 1997 . Ambra Angiolini iniciou sua carreira como atriz de cinema com sua estreia em *Saturno em Oposição* (2007). Este papel se mostrou decisivo, rendendo-lhe o David di Donatello de Melhor Atriz Coadjuvante, o Nastro d'Argento de Melhor Atriz Coadjuvante, o Ciak d'oro e um Globo d'oro em 2007. Posteriormente, ela apareceu em vários filmes, incluindo *Black and White* (2008), *The Immature* (2011), *Viva l'Italia* (2013), *Do You Remember Me?* (2014) e *The Choice* (2015). Em 2022, recebeu outro Nastro d'argento por seu trabalho em *Le fate ignoranti*. Ela viveu com Francesco Renga a partir de uma data não especificada até 2015, e tiveram dois filhos: Jolanda (nascida em 2004) e Leonardo (nascido em 2006). Teve um relacionamento com Massimiliano Allegri entre 2017 e 2021.
Carlo Pedersoli, conhecido profissionalmente como Bud Spencer, foi um ator, nadador e jogador de pólo aquático italiano. Nascido em 31 de outubro de 1929, em Nápoles, era filho de Alessandro Pedersoli e Rosa Facchetti, originários de Darfo Boario Terme e Chiari, respectivamente, ambas localizadas na província de Brescia, Itália. O emprego do seu pai exigiu uma mudança para Roma em 1940, o que alterou significativamente o curso da sua infância. Os primeiros anos de Bud Spencer incluíram a frequência da escola primária ao lado de Luciano De Crescenzo, demonstrando uma ligação precoce com círculos artísticos. Ele prosseguiu com os estudos na Universidade Sapienza de Roma, estudando brevemente química antes de obter finalmente um diploma em direito. Antes de alcançar a fama como comediante, Carlo Pedersoli se destacou no atletismo. Duas vezes, ele competiu pela Itália nos Jogos Olímpicos de Verão; tanto em 1952 quanto em 1956, avançou para as semifinais na prova de 100 m livre. Ele também obteve sucesso notável em natação e polo aquático, nadando os 100 m livre em menos de um minuto em 19 de setembro de 1950, e conquistando uma medalha de prata nos Jogos do Mediterrâneo de 1951. Demonstrando ainda mais sua aptidão atlética, ele venceu o Campeonato Italiano de polo aquático em 1954 e garantiu uma medalha de ouro nos Jogos do Mediterrâneo de 1955. Sua diversidade de habilidades se estendeu além do atletismo; ele registrou várias patentes, obteve certificações como piloto de linha aérea comercial e helicóptero, e trabalhou brevemente em vários cargos na América do Sul. A carreira de ator de Bud Spencer começou com *Quel fantasma di mio marito* (1950), seguida por aparições em filmes como *Quo Vadis* (1951) e *Siluri umani* (1954). No entanto, ele é mais conhecido pela sua parceria com Terence Hill, aparecendo em 18 filmes juntos. O nome 'Bud Spencer' foi uma escolha deliberada, inspirado na cerveja Budweiser e no ator Spencer Tracy. Ele recebeu o prêmio David di Donatello por contribuição vitalícia ao cinema italiano em 2010, reconhecendo sua significativa contribuição para o cinema italiano. Em 27 de junho de 2016, Bud Spencer faleceu em Roma, sendo lembrado por suas contribuições tanto para a comédia quanto para o desporto, tendo recebido o Caimano d'oro (Caiman de Ouro) da Federação Italiana de Natação em 2005.
Carlo Verdone é um ator, comediante, diretor e roteirista italiano, nascido em Roma em 17 de novembro de 1950. Sua formação familiar inclui um pai, Mario Verdone, que era professor de história do cinema e crítico, e uma mãe, Rossana Schiavina, que era professora de literatura. Seu avô paterno, Oreste, era químico de Pozzuoli (Nápoles). Ele frequentou o Collegio Nazareno em Roma, onde conheceu Christian De Sica, e mais tarde estudou no Liceo Classico em Roma. Verdone obteve diplomas em Literatura Moderna da Universidade Sapienza de Roma em 1976-1977, com uma tese sobre cinema mudo italiano, e em Direção Cinematográfica do Centro Sperimentale di Cinematografia em 1974. Verdone iniciou sua carreira com seu estilo cômico na década de 1970. Apareceu em anúncios para o programa Carosello e estreou na televisão em 1977 no programa de variedades *Non stop*. Apresentou seus personagens na televisão em 1978 na série de comédia *Non Stop*. Sergio Leone lhe deu sua estreia no cinema e o orientou em técnicas cinematográficas. Ele fez curtas-metragens amadores desde jovem, incluindo *Poesia solare* (1969), *Allegoria di primavera* (1971) e *Elegia notturna* (1973). Sua estreia como diretor foi *Un sacco bello* (1980), seguida por *Fun Is Beautiful* (1980), onde interpretou três personagens. Ele co-escreveu *Journey with Papà* com Sergio Leone, e *Troppo forte* com Verdone e Leone. A obra de Verdone inclui o aclamado *Bianco, rosso e Verdone* (1981), produzido por Sergio Leone e com Elena Fabrizi, e sua trilha sonora composta por Ennio Morricone. Ele dirigiu *Talcum Powder* (1982), que ganhou vários prêmios David di Donatello, e o co-escreveu com Enrico Oldoini. Desde a década de 1990, seu trabalho tem explorado temas mais sérios. Ele escreveu o livro *Fatti Coatti* em 1999. Verdone estrelou a série de filmes *Manual de Amor* (2005, 2007, 2011) e apareceu em *A Grande Beleza* (2013) de Paolo Sorrentino. Ele dirigiu *Doença Bendita* (2018), co-escrevendo-o com Nicola Guaglianone e Menotti. Ele recebeu inúmeros prêmios, incluindo nove prêmios David di Donatello, quatro prêmios Globi d’oro, onze prêmios Nastri d'argento e dois prêmios Premi Flaiano. Em 2017, foi agraciado com um doutorado honoris causa em Patrimônio Cultural e Território pela Universidade de Roma Tor Vergata. Recentemente, ele estrelou *L'Abbiamo Fatta Grossa* (2016), onde interpreta Arturo Merlino, um modesto detetive particular, ao lado de Antonio Albanese como Yuri Pelagatti.
Dario Vergassola é um entertainer italiano com uma carreira diversificada que abrange comédia, atuação, escrita, canto e radiodifusão. Nascido em La Spezia em 1957, iniciou sua vida profissional como operário de fábrica antes de fazer a transição para o mundo do entretenimento. Ganhou reconhecimento pela primeira vez em 1988 ao participar de 'Professione Comico,' conquistando tanto o prêmio do público quanto o da crítica. Após esse sucesso, apareceu em 'Star 90' em 1989 e trabalhou como correspondente para 'Il TG delle vacanze' em 1991. O estilo cômico de Vergassola foi exibido em inúmeros programas de televisão italianos. Ao longo de sua carreira, Massimo Vergassola tem sido uma presença cômica regular em programas de televisão como 'Maurizio Costanzo Show,' 'Zelig,' 'Mai dire Gol' e 'Quelli che il calcio.' Além disso, ele atuou como apresentador ou co-apresentador em vários programas, notavelmente 'Bulldozer,' 'Kilimangiaro,' 'Sei in un Paese meraviglioso,' e liderou duas edições do 'Concerto del Primo Maggio' em 2014 e 2015. O trabalho de Vergassola como ator abrange aparições recorrentes como Erminio em 'Dio vede e provvede' e como Pippo Santi em 'Carabinieri.' Sua produção musical inclui álbuns de estúdio, nomeadamente 'Manovale gentiluomo' (1992) e 'Lunga vita ai pelandroni' (1999), e o single “Mario (Marta),” que conquistou a vitória no Festival di Sanscemo em 1992. Além da televisão e da música, Vergassola se estabeleceu como autor. Ele publicou vários livros com editoras italianas de destaque como Mondadori, Feltrinelli e Baldini & Castoldi, incluindo um livro intitulado 'Lunga vita ai pelandroni' em 2000 e seu primeiro romance, 'La ballata delle acciughe,' em 2014. Suas colaborações incluem a coautoria e atuação no programa 'Tenera è la notte' em 1996 e a turnê com 'Bimbi belli' ao lado de Stefano Nosei a partir de 1993. Em 2013, ele criou um vídeo no YouTube apoiando adolescentes LGBTQ+. Atualmente, está programado para retornar a 'Zelig' em 2026 para seu 30º aniversário, continuando sua longa e variada carreira no entretenimento italiano.
Monica Vitti, nascida Maria Luisa Ceciarelli em 3 de novembro de 1931, em Roma, foi uma atriz e personalidade televisiva italiana. Seus pais eram Adele Vittiglia, de Bolonha, e Angelo Ceciarelli, com seu nome artístico escolhido a partir do sobrenome de solteira de sua mãe, Vitti. Ela passou porções de sua infância em Messina e Nápoles, vivenciando eventos de guerra que fomentaram uma paixão pelo teatro. Foi apelidada de 'setti vistini' quando criança devido às suas escolhas de roupas em camadas. A formação formal de Vitti começou na Academia Nacional de Artes Dramáticas, onde se formou em 1953, estudando com instrutores como Silvio D’Amico e Sergio Tofano. Ela também frequentou o Pittman’s College e fez uma turnê pela Alemanha com um grupo teatral italiano. Sua estreia no palco foi em *La Mandragola* de Niccolò Machiavelli, seguida por Mariana em *L’avaro* de Molière em 1955. Ela apareceu pela primeira vez na tela sem créditos em *Laugh! Laugh! Laugh!* em 1954. Ao longo de sua carreira, que durou quase quarenta anos, ela era conhecida por sua voz rouca e presença vibrante. Vitti alcançou reconhecimento internacional através de seus papéis nos filmes de Michelangelo Antonioni, particularmente *L'Avventura* (1960), que exibiu sua imagem em um selo postal italiano. Ela estrelou os filmes subsequentes do que se tornou conhecido como a ‘tetralogia da incomunicabilidade’ de Antonioni: *La Notte* (1961) com Jeanne Moreau e Marcello Mastroianni, *L'Eclisse* (1962) com Alain Delon, e *Il deserto rosso* (1964). Ela colaborou com atores como Marcello Mastroianni, Alain Delon, Richard Harris, Terence Stamp e Dirk Bogarde. Além desses papéis dramáticos, Vitti também demonstrou talento cômico em filmes como *La ragazza con la pistola* e *Io so che tu sai che io so*, e dirigiu várias comédias ao lado de Carlo Di Palma, começando com *Teresa the Thief* (1973). Suas performances lhe renderam cinco prêmios David di Donatello de Melhor Atriz, mais quatro reconhecimentos especiais. Ela também recebeu sete Globos de Ouro italianos de Melhor Atriz, juntamente com um Globo de Ouro de Carreira e o Prêmio Leão de Ouro de Carreira do Festival de Cinema de Veneza. A parceria artística de Vitti com o diretor Michelangelo Antonioni se estendeu além das colaborações cinematográficas, formando um relacionamento romântico. Ela deu voz a Dorian Gray em *Il grido*. Após uma longa carreira, Monica Vitti faleceu em Roma em 2 de fevereiro de 2022, deixando para trás um legado significativo no cinema italiano.
Roberto Salerno, profissionalmente conhecido como Nini Salerno, é um ator, diretor, cantor, comediante e artista de cabaré italiano. Nascido em Verona em 8 de outubro de 1948, ele é parente do jornalista de rádio Paolo Salerno e tem um irmão, Nicola Salerno, que faz parte do RADAR e do NAD. É casado com Patrizia, cuja influência inspirou a canção 'Rimmel' de Francesco De Gregori. A carreira de Salerno começou em 1971, quando se tornou membro fundador e participante do grupo italiano de comédia e música I Gatti di Vicolo Miracoli. Os Gatti di Vicolo Miracoli formaram-se em Verona em 1971, e Salerno permaneceu com o grupo desde esse ano até à sua dissolução em 1985. O grupo ganhou rapidamente notoriedade, atuando no Derby Club em Milão a partir de 1971 e participando regularmente em programas de variedades da RAI a partir de 1975. Lançaram o seu álbum de estreia, 'I Gatti di Vicolo Miracoli', em 1972, e foram orientados em espetáculos satíricos e musicais por Arturo Corso. Salerno também protagonizou os filmes de comédia Arrivano i gatti e Una vacanza bestiale em 1980. O grupo alcançou um sucesso significativo com a sua canção de sucesso "Capito?" em 1979, que atingiu o quarto lugar nos charts italianos. Após a saída de um membro em 1981, o grupo continuou como um trio. Após a dissolução dos I Gatti di Vicolo Miracoli em 1985, Salerno continuou a trabalhar extensivamente no cinema, televisão e teatro como ator, diretor e roteirista. Ele dirigiu o filme Arrivano i miei em 1983 e apareceu em filmes como Un ufficiale non si arrende mai nemmeno di fronte all'evidenza (1973) e Secondo Ponzio Pilato (1987). Salerno também apareceu em inúmeras séries de televisão, incluindo I ragazzi del muretto (1991), Il commissario Corso (1991) e Un medico in famiglia (1999-2000). Ele apresentou ou apareceu em diversos programas de TV ao longo de sua carreira, incluindo Quo vadiz? (1984), Un fantastico tragico venerdì (1986), Amici mostri (1993-1994) e foi um convidado regular em Buona Domenica (1998-1999). Ele ocasionalmente se reuniu com os I Gatti di Vicolo Miracoli para aparições no cinema, televisão e palco a partir de 1997. Atualmente, Salerno está interpretando o papel do Inspetor Gordon em uma adaptação teatral da série de TV Colombo. A carreira de Salerno vai além da atuação; ele também trabalhou em publicidade comercial, aparecendo em campanhas para o Fiat 500X (2015) e o Fiat 124 Spider (2016). Em 1978, adotou um menino de dois anos chamado Garvey Salerno de Martinica. Sua diversificada obra demonstra sua versatilidade como artista e sua presença duradoura no entretenimento italiano.
Nino Manfredi, nascido Saturnino Manfredi em 22 de março de 1921, em Castro dei Volsci, Frosinone, foi um artista italiano multifacetado. Ao longo de sua vida profissional, ocupou diversos cargos: ator, dublador, diretor, roteirista, dramaturgo, comediante, cantor, autor, personalidade do rádio e apresentador de televisão. É lembrado como uma figura proeminente dentro do gênero commedia all'italiana. Os pais de Manfredi eram Romeo Manfredi e Antonina Perfili, e ele passou a infância no bairro de San Giovanni em Roma após frequentar o Collegio Santa Maria como semiconvittore. A infância de Manfredi foi marcada por doença; ele sofreu de tuberculose em 1937 e passou um tempo em um sanatório. Durante esse período, aprendeu a tocar banjo e juntou-se à orquestra do hospital, demonstrando um interesse precoce em atuar. Em 1941, iniciou seus estudos universitários na Faculdade de Direito; no entanto, rapidamente redirecionou sua atenção para a atuação. Estreou como apresentador e ator no pequeno teatro de sua igreja no mesmo ano, e formou-se em direito em outubro de 1945 com uma tese sobre legítima defesa. Formou-se na Academia Nacional de Arte Dramática em junho de 1947, fazendo posteriormente sua primeira aparição no palco no mesmo ano. Durante 1948, atuou em peças como Romeu e Julieta e A Tempestade no Piccolo Teatro di Milano, e simultaneamente iniciou sua carreira no rádio como comediante e imitador. A carreira de Manfredi floresceu ao longo da década de 1950 e além. Ele fez sua estreia no cinema em 1949 com *Torna a Napoli* e colaborou com Eduardo De Filippo, encenando três peças em um ato no Teatro Eliseo entre 1952 e 1953. A partir de 1951, formou um trio cômico com Paolo Ferrari e Gianni Bonagura, ganhando ainda mais reconhecimento através de programas de variedades e revistas de rádio. Ele apresentou *Canzonissima* ao lado de Delia Scala e Paolo Panelli a partir de 1959, impulsionando significativamente sua popularidade. Alcançou sucesso em comédias musicais como *Un trapezio per Lisistrata* (1958) e *Rugantino* (1962). Ao longo de sua carreira, Manfredi recebeu inúmeros prêmios, incluindo seis David di Donatello e seis Nastro d’Argento. Ele também ganhou o Prix de la première oeuvre no Festival de Cannes de 1971 por *Between Miracles*. Nino Manfredi faleceu em Roma em 4 de junho de 2004.
Um ator, comediante, diretor de cinema e escritor italiano, Paolo Villaggio nasceu em Gênova, em 30 de dezembro de 1932. Seus pais eram Ettore Villaggio, um agrimensor de Palermo, e Maria Faraci, uma professora de língua alemã de Veneza. Piero, um irmão gêmeo de Paolo Villaggio, atuou como professor na Universidade de Pisa. A vida inicial de Villaggio incluiu diversas experiências; ele trabalhou como garçom, locutor da BBC e animador em navios de cruzeiro Costa, e mais tarde na Cosider, onde a organização de eventos corporativos forneceu inspiração para seu personagem Ugo Fantozzi. A carreira de Villaggio abrangeu diversas atividades criativas. Ele criou personagens memoráveis como o Professor Kranz, Giandomenico Fracchia e, notavelmente, Ugo Fantozzi. Sua comédia foi inovadora e surreal, inspirada na commedia dell'arte, e ele empregou técnicas como neologismos, adjetivos enfáticos, erros morfológicos e termos burocráticos em sua escrita. Ele escreveu vários livros satíricos com Ugo Fantozzi, sendo Fantozzi (1971) vendido em mais de um milhão de cópias e rendendo-lhe o Prêmio Gogol em Moscou. O personagem Ugo Fantozzi evoluiu para uma saga cinematográfica de grande sucesso, com Villaggio estrelando no filme Fantozzi (1975), dirigido por Luciano Salce. Ele também colaborou com Federico Fellini, Lina Wertmüller, Ermanno Olmi, Mario Monicelli e Gabriele Salvatores em filmes, frequentemente aparecendo em papéis dramáticos. Ao longo de sua carreira, Villaggio recebeu inúmeros reconhecimentos. O David di Donatello foi concedido a ele em 1990; ele também recebeu um Nastro d'Argento em 1992 e o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza no mesmo ano, homenageando suas realizações ao longo da vida. Ele também recebeu o Pardo Honrário no Festival de Cinema de Locarno em 2000. A produção criativa de Villaggio se estendeu além do cinema e dos livros; ele escreveu músicas com Fabrizio De André, incluindo 'Carlo Martello torna dalla battaglia di Poitiers' e 'Il fannullone,' e atuou em peças de teatro, interpretando Arpagone em L'Avare de Molière em 1996. Ele também apresentou o boletim de notícias satírico Striscia la notizia em 1996, e anteriormente apresentou programas de televisão experimentais e de vanguarda no final da década de 1960. Críticos como Goffredo Fofi, Michele Serra, Enrico Giacovelli e Beppe Grillo o compararam a Buster Keaton, Charlie Chaplin, Stan Laurel e Oliver Hardy. Paolo Villaggio faleceu em Roma em 3 de julho de 2017, devido a complicações do diabetes.
Tosca D'Aquino, uma atriz, comediante e apresentadora de televisão italiana, nasceu em Nápoles em 10 de junho de 1966. Seus pais são Claudio e Adele D'Aquino. Ela iniciou sua carreira aos 15 anos com aparições em programas de televisão locais, demonstrando rapidamente um interesse em atuação. Aos 19 anos, mudou-se para Roma para seguir a carreira de atriz, indicando um compromisso em desenvolver seu talento. D'Aquino frequentou a Accademia Nazionale di Arte Drammatica Silvio D'Amico e formou-se na Academia de Arte Dramática Silvio d'Amico. Seus primeiros papéis incluíram aparições em Fantastico (1986) e Fantastico 7 (1986). Ela fez sua estreia no cinema em Rimini Rimini - Un anno dopo (1988), seguida por papéis em Street Kids (1989) e Paganini (1989), também conhecido como Kinski Paganini (1989). Ao longo da década de 1990, ela apareceu frequentemente em papéis cômicos no cinema, ganhando popularidade através de aparições na televisão. Ela estrelou A Jornada do Capitão Fracassa (1990) e Buracos Negros (1995), e contribuiu para filmes como Os Formandos (1995) e O Ciclone (1996), trabalhando notavelmente com Leonardo Pieraccioni. A partir de 2000, D'Aquino continuou a trabalhar na televisão, aparecendo em vários programas e shows de ficção. Ela co-apresentou o programa da RAI, Torno Sabato , ao lado de Giorgio Panariello no início dos anos 2000. Em 2005, ela co-apresentou a 48ª edição do Zecchino d'Oro. Participou de Notti sul ghiaccio em 2007 e da terceira edição do Premio Città dei Cavalieri di Malta em 2009. D'Aquino também explorou atividades culinárias, atuando como assistente de chef em La terra dei cuochi em 2013 e participando de MasterChef em 2012. Ela venceu a segunda edição de Bake Off Italia Celebrity Edition em 2017 ao lado de Francesca Piccolo. De 2019 a 2020, atuou como diretora artística e co-apresentadora do Sabaudia Studios Festival. Ela foi casada duas vezes; primeiro com o engenheiro Mauro Gabrielli, com quem tem um filho chamado Edoardo (nascido em 1999), e depois com o produtor Massimo Martino em 2013, com quem tem um filho chamado Francesco (nascido em 2005).
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Portugal
7
Catar
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Romênia
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Sérvia
3
Rússia
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Arábia Saudita
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Suécia
101
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4
Eslováquia
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2
Tunísia
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Turquia
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1
Ucrânia
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Uganda
7
Estados Unidos
213
Uruguai
1
Uzbequistão
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Vietnã
1
África do Sul
2
A Itália possui uma rica tradição de comédia que abrange teatro, cinema, televisão, apresentações ao vivo e stand-up moderno. Comediantes italianos desenvolveram muitas formas diferentes de humor ao longo dos anos, desde a comédia teatral e o cabaré até o stand-up observacional, a sátira e a comédia de esquetes.
O diretório da GiggleTime reúne comediantes italianos, comediantes stand-up, atores de comédia, artistas e outras personalidades ligadas à comédia e entretenimento italianos. Navegue pelos perfis acima para descobrir comediantes de diferentes gerações e saber mais sobre suas carreiras e trabalhos.
A comédia stand-up tornou-se uma parte cada vez mais visível da cena de entretenimento italiana, com artistas aparecendo em clubes de comédia, teatros, espaços culturais e festivais por todo o país.
Comediantes stand-up italianos recorrem a uma ampla gama de temas, incluindo a vida cotidiana, relacionamentos, trabalho, família, cultura e a sociedade contemporânea. Alguns artistas se concentram em contação de histórias pessoais e humor observacional, enquanto outros usam sátira, ironia, personagens ou formas mais experimentais de comédia.
Milão e Roma são centros importantes para entretenimento ao vivo e comédia, enquanto comediantes também se apresentam em cidades e regiões por toda a Itália. O crescimento das plataformas digitais proporcionou aos artistas emergentes formas adicionais de construir um público além do circuito tradicional de comédia.
O cabaret ocupa um lugar importante na comédia italiana, conectando o entretenimento ao vivo com música, teatro, sátira e humor. O cabaret italiano produziu artistas e grupos de comédia cujo trabalho alcançou o público tanto em shows ao vivo quanto na televisão.
A tradição de comédia teatral do país também continua a influenciar os artistas modernos. Comediantes italianos podem combinar material roteirizado, personagens, comédia física, improvisação e interação com o público em vez de depender exclusivamente do formato tradicional de stand-up.
Esta mistura de abordagens teatrais e contemporâneas confere à comédia italiana uma vasta gama de estilos e formatos de apresentação.
O cinema e a televisão desempenharam um papel importante na apresentação de comediantes italianos a públicos mais amplos. A Itália tem uma longa história de filmes de comédia e atores cômicos, com artistas frequentemente transitando entre o palco, a televisão e o cinema.
A televisão italiana também exibiu programas de esquetes, programas de variedades, séries de comédia e formatos de entretenimento que ajudaram a lançar e popularizar comediantes. Alguns artistas são conhecidos principalmente como atores, enquanto outros combinaram comédia com escrita, direção, apresentação ou produção.
A ligação entre a comédia italiana e o cinema é particularmente forte, com performances cómicas a formar uma parte importante da tradição cinematográfica do país.
A cena de comédia italiana continua a mudar à medida que artistas mais novos experimentam com diferentes formatos e formas de alcançar o público.
Juntamente com os clubes de comédia e teatros, os comediantes agora usam podcasts, YouTube, redes sociais e plataformas de streaming para publicar esquetes, trechos de stand-up e outros materiais originais. Essas plataformas tornaram possível para comediantes italianos emergentes desenvolverem audiências de forma independente e alcançarem espectadores além de sua área local.
A comédia tradicional e os formatos digitais mais recentes agora coexistem, criando oportunidades para uma ampla variedade de artistas e estilos.
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O diretório continua a crescer à medida que novos comediantes e personalidades humorísticas italianas são adicionados.